Qual o salário de um Designer Gráfico?

Você já se perguntou qual o salário de um Designer Gráfico? 

O design é amplo e tem muitas áreas de atuação, o que dá a possibilidade de você escolher a área que tem mais afinidade. E tem muita vaga no mercado para freela, home office e CLT. A questão é que essas vagas exigem um nível de capacitação e entrega que estão acima da capacidade da maioria dos candidatos, mas pra quem corre atrás e está em constante evolução, oportunidade não falta.

Para você ver do que estamos falando, vamos dar um panorama do mercado desse momento, agora, já. Dá uma olhadinha nisso: 

 

1 – Veja o que o mercado propõe para um profissional médio:

✅ Designer Gráfico Júnior: Média de R$ 2.367 /mês

✅ Designer Gráfico Pleno: Média de R$ 3.611 /mês

✅ Designer Gráfico Sênior: Média de R$ 3.923 /mês

✅ Designer UI/UX: Média de R$ 3.075 /mês

✅ Ilustrador: Média de R$ 2.863 /mês

✅ Diretor de Arte: Média de R$ 4.000 /mês

✅ Diretor de Criação: Média de R$ 6.301 /mês 

 

2 – Agora veja o que pode esperar quem se movimenta para estar acima da média:

salário de um Designer Gráfico

Esses dados refletem a prática de remuneração para a área da qual tratamos aqui, e podemos notar uma disparidade bem grande em relação à média nacional. Mas uma coisa é fato: tem gente ganhando muito bem 💰 E isso só se refere a colaboradores de time. Se tratando de freelancers e empreendedores, os valores podem ser bem maiores.

A gente resolveu entender o que tinha de diferente nesses cargos e para isso fizemos uma análise sobre os requisitos necessários para ocupação das vagas tanto nos cargos de remuneração média como nos cargos de alta remuneração, e concluímos que os requisitos são praticamente os mesmos: Boa comunicação, experiência em softwares, conhecimentos técnicos, proatividade, etc., 

Porém dentre todos os requisitos, identificamos alguns detalhes muito importantes, olha só: 

Os requisitos abaixo estavam presentes em 98% das descrições de vagas pesquisadas que possuíam uma remuneração acima da média de mercado. Veja só:

1 – Resolução de problemas;

2 – Análise de dados;

3 – Experiência do usuário;

4 – Validação de hipóteses;

5 – Empatia;

6 – Portfólio. 

Agora a pergunta que fica é a seguinte: Como atingir um patamar profissional acima da média?

Prepara o cafezinho e vem com a gente. Com certeza essa troca pode fazer diferença na sua carreira.

Falando em carreira… vamos começar por aqui?

Como ser reconhecido pelo trabalho que entregamos?

A conta, nesse primeiro momento, fecha bem fácil. Nós, enquanto profissionais, somos reconhecidos pelo o que fizemos. Então se a gente entrega excelência, somos reconhecidos assim 🏅 Da mesma forma, se entregamos algo ruim, também seremos reconhecidos por isso.

Sabe aquela história de colher o que planta? 🌱 É isso. Se o desejo é ser reconhecido como um profissional de confiança, assim o profissional deve se mostrar. E, para realizar isso, é necessário conhecimento. Quando algo é feito só por fazer, pode até ter retorno, mas será a curto prazo e, dessa forma, ninguém escala na profissão.

Um grande erro, é achar que informação e conhecimento são a mesma coisa. E então surgem gurus na internet que prometem mundos e fundos. Nesse momento, recebemos informação e julgamos ser conhecimento. Porém, ao longo do tempo, enxergamos que isso não se sustenta no mercado. O que sustenta mercado, é entregar soluções que realmente sejam efetivas nos jobs. Ideias criativas, inovadoras… Só que para isso, não tem receita de bolo. É estudo, busca, planejamento, entendimento, criação, teste e validação. E a partir dessa entrega de qualidade – que é o mínimo esperado – vamos construindo o caminho ao Reino do Conhecimento e do Reconhecimento.

Certo, mas e como entregar bons trabalhos para ser reconhecido?

A primeira coisa que um designer deve ter em mente nesse ponto é: Não crie pensando no portfólio. Portfólio é consequência. Foque toda a sua atenção em entregar a solução para os problemas de quem te contratou. 

“Então entrego quando o material tá bonito, né?” ❌ Também não. A estética é importante sim, mas não é determinante. Antes disso, é necessário que a entrega esteja dentro do prazo, dentro do orçamento, dentro da finalidade acordada e com testes de usabilidade feitos para ter certeza de que estão de acordo com o job.

Tenha também um processo criativo bem definido. Desenvolva um projeto com etapas de pesquisa, desenvolvimento e validação. Na criação, tenha embasamento para cada elemento que utilizar… Cada linha que aparece, precisa estar de acordo, tanto com o objetivo do projeto, como com o público. 

 

Por fim, faça um checklist:

✅ Cumpriu o objetivo? É o mínimo.

✅ Entregou resolução de problema? É o mínimo.

✅ Ficou com uma estética incrível? Excelente.

✅ Entregou antes do prazo? Excelente.

✅ Custou menos que o previsto? Excelente.

E qual as habilidades necessárias para ser um profissional excelente?

Habilidades técnicas variam dependendo de cada área em que o designer atua, mas as habilidades comportamentais (soft skills) são praticamente as mesmas, então vamos focar nelas para sermos mais assertivos.

Empatia: Além do que já mencionamos, busque ter também empatia. Você precisa sentir o que o público sente para criar uma solução que realmente faça sentido para ele. 

Curiosidade: A curiosidade te faz ir além, buscando outros pontos de vista ou outras verdades sobre um mesmo assunto. Quem é curioso procura fazer dar certo e é humilde.

Descontentamento construtivo, é buscar as melhores soluções. Ter esta habilidade te dará o hábito de procurar as soluções e não focar apenas na primeira ideia, mas na melhor ideia. É tipo uma coceirinha que dá quando a gente olha para algo e pensa: “Como eu faria isso ser melhor?”. Instigue isso em você. 

Planejamento. Uma criação bem dividida em etapas, nos ajuda a quebrar um grande problema em diversos problemas menores, que são muito mais fáceis de serem resolvidos. Além disso, nos dá a possibilidade de apresentar soluções parciais e medir as tais das KPI´s, que dizem se estamos realmente no caminho certo. Sem planejamento isso é impossível.

Bom senso: Você tem o seu preço por causa da sua entrega. Você tem esse nível de entrega por causa do seu processo. Essa convicção é importante para você e também para quem trabalha com você, porque deixa todo mundo seguro e confiante. Não quer dizer que você deve ser intransigente… É somente estar consciente da sua capacidade. Ao mesmo tempo, esteja aberto a opiniões e críticas, porque não se consegue resolver tudo sozinho. Sempre é bom refletir em busca do equilíbrio.

Paixão. Se o prazo é curto, a remuneração é pouca, e o desafio é banal, não compensa! Faça aquilo que você tem vontade de contar pra todo mundo, que te faça sorrir. Não faça por fazer, ou só para entregar. Isso não vai trazer benefício. Lembre-se que seu tempo é valioso, e o que merece ser feito, merece ser bem feito. 

Há algo que é mais um hábito do que uma habilidade:  Buscar referências. Já que elas não nascem com você, vá atrás delas. Frequente museus, exposições, sites que te inspirem e que sejam diferentes daqueles que todo mundo usa… Isso fará com que você tenha propostas muito mais interessantes e originais.

Designers gráficos são extremamente valorizados no mercado.

O designer gráfico é o maestro que sincroniza todos os elementos de uma tela ou página. Ele dá o tom, a melodia, o ritmo e a cadência das informações. Do design editorial ao design de interação e além, o designer não só organiza elementos gráficos como também coordena quem os organiza, e faz isso sempre com um olhar no todo. 

O design gráfico vai muito além de operar softwares. Ele projeta soluções eficazes com criatividade, sustentabilidade, coerência e empatia. Saber usar ferramentas de pesquisa, técnicas de ideação, composição e validação, faz com que o designer seja realmente alguém que faz diferença no mercado, e isso acaba fazendo diferença na vida dele próprio, inclusive financeiramente. 

O design ajuda profissionais a serem mais criativos, mais curiosos, mais cultos, mais desenvoltos, mais empáticos, mais atentos às novas tecnologias, mais capazes de valorizar e desenvolver a arte, a comunicação e principalmente: o design ajuda a melhorar a vida das pessoas e, quem participa disso, é mais relevante para o mercado e para a sociedade.

O mundo precisa dos designers.

E o mercado também 😉

 

Essa pesquisa nos levou a assumir um desafio, que é formar os melhores designers da nossa história.

Para isso ser possível, projetamos um super programa de aprendizado em design gráfico, que vai abordar tudo: Parte técnica, mercadológica, estética, projetual e tudo mais.

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